Presente do TUBA -

Presente do TUBA -

" Não é a força ,mas a constância dos bons sentimentos que conduz o homem à felicidade".Nietzsche

" Não é a força ,mas a constância dos bons sentimentos que conduz o homem à felicidade".Nietzsche

sexta-feira, 28 de março de 2008

Informando ausência e atendendo pedidos.



















Queridos amigos!

Tudo bem?

Estou numa correria só. risos

Como perceberam, não estou respondendo aos comentários - pura falta de tempo. Mas não esqueço de vocês e, em breve responderei cada um deles.



Murdock, Adão e Beth

A minha conta é

Cármen Neves
Banco Bradesco S/A.
Agência 0345-0
Conta 0069119-4

Façam assim:
Depositem R$ 22,oo e depois informem através de fax, com o devido endereço.
Explico:
Estou recebendo muitos depósitos e tendo muita dificuldade de identificá-los.
Se fizeram com pedi, estarão me ajudando.
Separei os exemplares de vocês, mas não tive tempo de ir ao correio.
Beijos e grata por pedirem o Castelo dos Desejos.

Notícia no jornal local.


Milena Nandi|da redação

Cármen Neves está emocionada com o nascimento de mais um filho. E não se trata do mais novo irmão de Júlia, Jéssica e Mário. O novo filho a quem Cármen se refere é o seu terceiro livro, Castelo dos Desejos, que será lançado no dia 5 de abril, no castelo da família Ronsoni, no distrito de Caravaggio, em Nova Veneza. E o local para o lançamento da obra não poderia ser melhor, já que a história se passa em uma construção semelhante, durante o século XIX, em qualquer lugar que a imaginação do leitor levar.

No terceiro livro, a escritora desenvolve a narrativa com uma linguagem sensual, mas longe do vulgar, conforme ela descreve. O protagonista da história é Lucas, uma espécie de Drácula, que tem o poder de hipnotizar as pessoas para fazer o que quiser com elas. Na história, o objeto de desejo de Lucas é Mary, uma moça virgem, que ele mantém aprisionada e tenta, de todas as maneiras, conquistar. O dono do castelo lança mão de uma série de artifícios para convencer a jovem a se entregar a ele.

História contada

em duas partes

A história se divide, em duas partes. Uma na qual Lucas age de maneira ousada para conquistar a amada e outra em que ele é romântico, usando poemas para seduzir Mary. Para essa parte, Cármen contou com a colaboração de autores desde o Piauí até o Rio Grande do Sul e Portugal, que, assim como Cármen, escreveram poemas que ajudaram a rechear essa parte do livro. Em um determinado momento da história, Lucas promove uma festa em seu castelo e entre os convidados, personagens da vida literária e artística de Criciúma se misturam às outras personagens do livro. A obra pode ser adquirida na Fátima Bookstore, em Criciúma, pelo valor de R$ 26. Quem comprar o livro até a próxima semana, poderá participar do lançamento, já que em cada livro, Cármen colocou um convite para o evento. A intenção é presentear os leitores e trazê-los para mais perto da autora, para que ela os conheça.

Falta incentivo à cultura

Cármen é uma autora independente, e sente as mesmas dificuldades que os colegas na mesma situação: a falta de patrocínio, de divulgação, e certa resistência de alguns estabelecimentos em colocar, mesmo que de forma consignada, os livros dela para vender. Apesar dos percalços, ela se diz feliz com a aceitação do público e com os 200 exemplares já vendidos. "Para um autor conhecido, 200 livros é nada, mas para mim, que sou independente, é uma grande vitória", diz.

Entre os títulos publicados por Cármen estão Pensando em Ti (2000), composto por 47 poemas sobre desejo entre homem e mulher e A Magia do Farol (2003), um romance cujo cenário é o Farol de Santa Marta. O livro narra a história de Ana, uma modelo e fotógrafa, e Duti, um surfista local. E mesmo antes do lançamento de Castelo dos Desejos, a escritora já possui o quarto livro pronto. A próxima publicação dela será Pensando em Ti II, um livro que trará cinco poemas retirados da obra lançada em 2000 e mais 45 poemas inéditos.

Mas Cármen não pára, e diz que já está com a quinta obra "na cabeça". "Na minha mente, o Castelo dos Desejos não existe mais e os personagens que vêm me visitar já são outros, de um livro que irá misturar as outras obras, com uma parte de auto-ajuda. Será uma inovação", planeja.

Um trecho do romance

"Como se nada tivesse acontecido, aproxima-se, estende as mãos de encontro as dela e a conduz até as escadas em direção ao quarto. Antes mesmo de dar o primeiro passo em direção às escadas, ela tenta fugir. Todavia, seus pés parecem ter vida própria e vão aos poucos subindo, degrau por degrau, num ritmo contínuo. Assim como seus pés, seus olhos enxergavam, mas não viam nada além dos olhos dele que, como um ímã, os atraía. Ele a deixava cada vez mais constrangida, pois ela sabia o que ele tinha em mente. Por este motivo, subiu as escadas com o coração palpitando e com uma imensa vontade de chorar, até o momento que chegam diante da porta de madeira espessa e escura que por um encanto se abre quando ambos se aproximam. Através dos olhos dele, consegue compreender todas as palavras não ditas, porém claras naquele instante. Ela entra, amedrontada..."




quinta-feira, 27 de março de 2008

Notícia no site engeplus.


Queridos leitores!

Acessem o site.
Grata!
Cármen Neves.


"Oi Carmen

Abaixo segue o link da matéria no portal engeplus, espero que goste.

http://www.engeplus.com.br/conteudo.php?int=noticia&codigo_not=7777

Um beijo

Fabrícia de Pelegrini
Jornalista"

www.engeplus.com.br

Teus toques.























Não fica com ciúmes da lua...

Ela me encanta,

Mas não pode me tocar.

terça-feira, 25 de março de 2008
























Sou um livro aberto

Onde as páginas

São levemente tocadas

Por ti!

quarta-feira, 19 de março de 2008

Confissão!



















Confissão!

Cármen Neves.






Tenho pensado em ti

A cada minuto

Desde nascer do dia

Até o anoitecer!


Tenho pensado em ti

A cada pingo de chuva

Que bate em minha janela...

A cada toque do sol

Em minha pele.


Tenho pensado em ti

Quando a brisa beija o meu rosto

E traz consigo o teu perfume de jasmim!


Mas quando tu chegas

E eu não te vejo

Morro nessa incessante espera

De te encontrar.


A impossibilidade de

Desvendar os segredos de tua alma

Tocar o teu corpo

E matar a minha sede de querer

Faz de mim

Um rei sem trono

Um nobre descalço

Um pássaro cativo...


Ah! Como queria que fosse minha!

Assim transformarias o meu reino

No tesouro mais cobiçado

E invejado pelos deuses.


Eu beijaria o chão que pisas

Se assim me pedisse...

Alisaria os teus cabelos

Até adormeceres.

Buscaria uma estrela

E a colocaria em seu colar.


Mas não aceitaria

Ficar um dia sequer

Sem a tua presença

Sem olhar os teus olhos

Sem beijar a tua boca

E sem tocar o teu corpo.


Porque tê-la perto e

Ao mesmo tempo longe

Roubaria as minhas forças

E eu morreria a cada segundo.


*Um dos meus poemas no livro que, está à venda desde o dia 17.03.

* Usei meu lado masculino risos.

terça-feira, 11 de março de 2008

Nas linhas das tuas mãos...


















Nas linhas das tuas mãos

Está escrito que

Pertenço a ti!

sábado, 8 de março de 2008

Entrega total!




Prenda-me

Para que

Eu possa

Ser livre!

quarta-feira, 5 de março de 2008

Convite - Lançamento do Castelo dos Desejos!















Queridos leitores!

Eis o convite do lançamento do meu livro,
Castelo dos Desejos!

Estão todos convidados!
Quem for comparecer à festa, basta me avisar, pois preciso inclui o nome na lista de convidados. Será um prazer!
Um abraço,
Cármen Neves.

terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

O Prefácio do Castelo dos Desejos!




















CASTELO DOS DESEJOS
Um livro de Cármen Neves

Maria José Limeira*

"Temos, enfim, o livro de Cármen Neves, “ castelo dos desejos”, que coloca a autora, definitivamente, na lista de escritoras brasileiras mais criativas, mais surpreendentes, mais brilhantes, mais sensíveis ...mais, mais, e muito mais...
É um romance de amor, se é que é possível ainda falar disso em meio às cruéis violências que nos cercam, num século marcado pelas incompreensões no relacionamento humano.
Trata-se, portanto, de uma pausa, onde o sonho paira acima da realidade, embora se confunda com esta, no desenrolar da narração.
No sonho, destaca-se um casal de enamorados.
Na realidade, o destaque é a autora como narradora e personagem.
Onde começa o sonho?
De que realidade a autora nos fala?
O tema, embora antigo, atualiza-se na paisagem, embora a ação transcorra mais na interiorização de gestos que se confrontam, num clima onde a imaginação se liberta, e caem por terra todas as medidas que por acaso limitam nossa vã compreensão dos fatos.
Pois nesse romance, o que importa é a fantasia, o estado onírico por excelência, a terra do “era uma vez”, que as crianças aprenderam a pisar, e os adultos a ela retornam, no resgate do seu direito de sonhar.
É um texto maduro, que vai da ternura ao sexo na mesma velocidade, conduzindo o leitor, a partir da primeira página, pelos meandros da natureza humana em seus mais ocultos desejos, até alcançar o clímax inesperado, surpreendente.
Observa-se, no romance, algumas palavras que se repetem, formando um conjunto de significados que encontramos na Psicologia, e que “só Freud explica”.
A partir mesmo do título, o “castelo” é o corpo humano. A paisagem densa onde se localiza, diz muito bem dos limites onde esse corpo esbarra, cuja liberdade só pode ser exercida através do sonho (ou da imaginação).
Há outros símbolos que enfocam as dificuldades de convivência com esse corpo, como portas que se abrem e se fecham (ou braços e pernas), luzes que se acendem e se apagam sem explicação aparente (contradições da mente), subterrâneos, labirintos (os medos do desconhecido) e o mar como representação de liberdade, uma liberdade que é mais desejo do que fato consumado. Porém, nem só de liberdade vive um corpo apaixonado...
Nota-se, ainda, a intenção da autora em emprestar conotação erótica ao seu texto, o que conseguiu. Mas, não é o erotismo o ingrediente que se ressalta, ou “o sexo pelo sexo”, como poderia parecer à primeira vista.
Trata-se, como se disse antes, de valorizar mais o amor, como essência do relacionamento a dois. Porém, as cenas eróticas são pontos de referência de grande interesse aos leitores no companhamento da narração até o fim .
Altivez ou submissão?
Revolta ou aceitação?
Consentimento ou rejeição?
Idéias contrárias aparentemente e, no entanto, se unem numa história de amor, que pode dar certo... ou não.
O máximo desse romance depois eu conto!"


*Maria José Limeira é escritora e doce jornalista
democrática de João Pessoa-PB

Vejo...


Vejo o céu,
através dos teus olhos.

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

"Retorno".





















"Retorno"

(04/07/07)

Dalva Agne Lynch


"As águas se abriram
e fez-se um portal no infinito.
Cruzei-lhe os umbrais
coberta apenas de meus sonhos.
O resto
o peso das lembranças
o fardo das injustiças
os brinquedos quebrados
ficou lá
do outro lado do espelho.
Olho maravilhada minhas mãos
aquelas que dirigiram mundos
porque elas agora
sabem dirigir apenas
carícias.
Ah, como ascenderam!
E minha mente
antes tão cheia de conhecimento
agora apenas contempla.
E vejo na manhã um novo dia
no entardecer outro repouso
nos dias que passam
apenas dias que passam.
E ponho-me à janela
observando as rosas
e elas não me dizem nada.
Apenas exalam perfume.
Vejo os pássaros
e eles me são apenas pássaros.
E no espelho
não vejo mais anjo algum.
Vejo apenas
a mim."

Nota: Dalva é uma grande amiga!

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

Nossos Corpos!


O meu corpo pulsa

Ao pensar

No teu!

Quero...


Quero que saibas que

A cada pôr-do-sol

Não compartilhado

Aumenta a saudade

Dos momentos não vividos.

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

A Lua , Você e Eu!









Ontem,

Ao olhar a Lua,

Vi os teus olhos

Pousando em mim!

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008

Dia 14 de fevereiro? Blogagem Coletiva -.

Agradeço ao Carlos Fran, um dos coordenadores do site Amigos Da Blogosfera (www.AmigosdaBlogosfera.org), pelo convite, e peço desculpas por não ter publicado o texto antes, na parte da manhã. Motivo: estou envolvida com a publicação do meu novo livro, Castelo dos Desejos.

O tema é de EXTREMA IMPORTÂNCIA e realmente queria participar. Sendo assim, perguntei-lhe se eu poderia aperfeiçoar um texto sobre pedofilia que publiquei recentemente aqui no blog e também no meu site. Contudo, ao ler ontem “A Blogagem Coletiva Contra a pedofilia, em defesa da inocência, além de "alertar pais e educadores para os perigos que rondam as crianças...”, tive uma nova inspiração, ainda que não veja nada inspirador nesse tema. Explico:

Quando estou inspirada, fico em paz e sinto-me bem. Nesse caso, o simples fato de ler e/ou escutar a palavra pedofilia me revolta, e, ao pensar no sofrimento das crianças, antes, durante e depois, entristeço-me.

Bem, como só ficar revoltada e triste não adianta de nada, eis a minha contribuição a blogagem:

Prezados Pais - e quando digo PAIS, quero dizer aqueles que amam verdadeiramente os seus filhos, porque infelizmente, na maioria das vezes, OS PEDÓFILOS SÃO OS PRÓPRIOS PAIS -, pois vocês, pais atentos e amigos, dificilmente terão seus filhos caindo nas garras desses MONSTROS chamados PEDÓFILOS, espalhados na internet e também, NA MAIORIA DAS VEZES, MUITO PRÓXIMOS: avôs (monstros), pais (monstros), parentes (monstros), vizinhos (monstros)...

Vocês não têm noção da raiva e repúdio que tenho destes MONSTROS!

Dizem que pedófilos precisam de tratamento. “Tratamento” por quê?? Eles sabem muito bem o que estão fazendo. Para mim, eles são “normais”, e merecem ser PUNIDOS. Usam da INTELIGÊNCIA PARA COAGIR E AMEDRONTAR AS SUAS VÍTIMAS, as quais, na maioria das vezes, são CRIANÇAS COM MENOS DE SETE ANOS DE IDADE.

Entenderam porque eu os chamo de MONSTROS?

Eles aterrorizam as vítimas (crianças), para que não contem nada à sua mãe (muitas vezes a mãe da criança é a sua esposa). Ameaçam as vítimas, dizendo que matarão a mãe, caso contem-lhe o que se passou. POR AMAR A MÃE, A CRIANÇA NÃO FALA NADA, E SE SUBMETE ÀS ATROCIDADES DO MONSTRO.

A JUSTIÇA deveria ser rígida nesses casos, mas sabemos que, além de precária , as LEIS muitas vezes ficam apenas nos papéis, Enquanto isto, sabemos que inocentes estão espalhados pelas cadeias, e CRIMINOSOS vivem na mais pura liberdade.

Para mim, PEDÓFILOS SÃO CRIMINOSOS, E DIGO MAIS, OS PIORES CRIMINOSOS SOB A FACE DA TERRA. Tanto é verdade, que os próprios presos REPUDIAM A PEDOFILIA, E FAZEM “JUSTIÇA” NA CADEIA.

E não venham me dizer que eles são “doentes mentais”! Convivi com professoras e alunos portadores de deficiências mentais leves, médias e graves, e POSSO ASSEGURÁ-LOS DE QUE NENHUM DELES VIOLENTARIA UMA CRIANÇA. ELES SÃO CARINHOSOS E AMIGOS - QUALIDADES RARAS ENTRE OS DITOS “NORMAIS”.

Eis as minhas Dicas aos pais que têm filhos, principalmente crianças:


1 – Ame o seu filho de verdade – diga e o faça sentir este amor;


2 – Seja amigo, e converse sempre com ele;


3 – Desconfie de mudanças de comportamento;


4 - Com jeito, comente casos de pedofilia;


5- Saiba com quem o seu filho conversa, e quem são os seus “amigos”;


6 – Peça para que ele lhe conte TUDO, mesmo quando alguém lhe diga “Não conte NADA para os seus pais”. Faça-o entender que, se lhe fizerem este pedido, é muito importante que CONTEM, E NÃO ESCONDAM;


7 – JAMAIS brigue com seu filho, caso relate abusos sexuais – PUNA O MONSTRO, NÃO O SEU FILHO!


Agora, se você é uma mãe, e sabe que o seu marido é pedófilo/monstro, e principalmente com seu filho, ora, me perdoe, mas não posso considerar você como mãe. E digo-lhe mais> você é pior que o seu marido!

Espero que meu texto tenha atendido a blogagem. Contem comigo!

Cármen Neves.

Nota : Este assunto é um dos poucos que me tiram do sério. VIOLÊNCIA CONTRA CRIANÇAS, NUNCA - SEJA ELA QUAL FOR.

Para rir um pouquinho.


"Com medo do rigor da lei e não querendo ir para a cadeia, uma senhora entra numa confeitaria pra comprar uma Torta Nega Maluca e faz o pedido:


- Moço, me dê uma TORTA AFRO-DESCENDENTE COM PROBLEMAS MENTAIS... .

he... he!!!! : )"

*Na foto o doce é ambrosia -


terça-feira, 12 de fevereiro de 2008

INFORMANDO...

Estou em fase de conclusão do meu livro, Castelo dos Desejos.
Peço que não sumam. risos Volto em breve.

sábado, 9 de fevereiro de 2008

Basta eu acreditar!


Basta eu acreditar que,


Atravessando este portal,


Encontrarei :


O príncipe encantado,


O pó mágico para


O amor e a


Mais bela esmeralda!


* Imagem a minha Júlia! Os olhos dela são duas lindas esmeraldas!

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008

Apenas faça!



Fecha os teus olhos...
Escuta a música que fiz,
Especialmente para ti.

Sinta a minha presença,
Nem que seja,
Por um segundo,
Porque será exatamente neste instante que,
Estarei beijando a tua boca.



Cármen Neves.

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008

CIO.

C ORPOS...

I NSTANTES...

O FERTA!


Cármen Neves

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008

Instante mágico!


De cabeça erguida e
De lábios colados aos teus...
Houve um instante mágico,
Onde depois me encontrei.

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008

Carnaval.


C orpos bronzeados, outros em tanto
A o som e
R itmos do momento.
N as ruas e avenidas da cidade
A multidão pede passagem,
V arrendo a tristeza e trazendo
A s alegrias
L avadas pela euforia do dia.

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008

Nas asas de um anjo!


Nas asas de um anjo,
Fui levada ao céu...

Falei com a lua,

Beijei as estrelas e

Mergulhei no mar!

quinta-feira, 31 de janeiro de 2008

Virgem ou Loba?


Sou :
Virgem,
Menina,
Mulher...Mas, toma cuidado,
Porque hoje,
Sou loba.

Impossível...

..É uma palavra que

Não existe no meu vocabulário -

Tudo é possível quando

Realmente, quero.

quarta-feira, 30 de janeiro de 2008

Nossos corpos!

Basta encostar

O meu corpo no teu

Para saber

O quanto me desejas!

terça-feira, 29 de janeiro de 2008

Meu olhar.

No instante que o meu olhar

tocou o teu

eu senti que seria tua

para todo o sempre!

segunda-feira, 28 de janeiro de 2008

Pensando em ti!














Não importa se o homem é moreno, ou loiro.

Olhos azuis, ou pretos.

Se é alto, ou baixo.

Se é magro, ou gordo.

Se é novo, ou velho.

Se é rico, ou pobre.

O que importa é que quando te sentires atraída

por um deles será apenas uma questão de pele, de

química, que não conseguirás entender por que

teu corpo só pensa no dele, tua boca só pensa

em percorrer o corpo dele.

Só queres o contato deste corpo que te deixa

satisfeita só em olhar.

E quando olhares, tuas mãos e tua boca só

pensarão em percorrê-lo por inteiro.

Quando fechares teus olhos, será este homem que

verás e mais ninguém, mesmo que tu tentes.

Quando respirares fundo, sentirás o cheiro dele e,

por uma fração de segundos, poderás tocar este

homem que te deixa toda excitada só em pensar.

Poema do livro Pensando em Ti.
Cármen Neves
Imagem do site 1000.imagens .com

sábado, 26 de janeiro de 2008

Corpo e canção.


























Venha...

E produza em meu corpo

Uma bela canção!

Cármen Neves.

sexta-feira, 25 de janeiro de 2008

A linguagem dos meus olhos!
















Para um bom entendedor,

Um olhar basta.

Cármen Neves.

quinta-feira, 24 de janeiro de 2008

A caixa da felicidade!




























Da minha janela,resgato imagens guardadas no fundo do meu coração.

Tento encontrar a minha inspiração perdida, através da ponta da caneta que seguro em minhas mãos.

A cada letra registrada em minha agenda, visualizo um barco azul, guiado por um farol, bordado na toalha do tempo.

Ao deixar, o meu perfume no ar, deixei também, dentro da caixa da felicidade: os meus beijos, o meu carinho, a minha compreensão...e o meu amor, para todo o sempre!

Cármen Neves.

quarta-feira, 23 de janeiro de 2008

"A filosofia do Amor"

"No princípio fui um pensamento concebido em amor.Fui uma enorme gota de emoção depositada com os olhos invisíveis de um Deus no coração de um humano. Fui a intenção resumida do fogo e do céu, do ar e da água. Fui desenhado como uma fonte a correr para o mar; como uma brisa a subir para o céu. Sou a origem do universo, um mito de criação que não tem princípio nem fim A minha história é o princípio de quando não existia nenhum pássaro, nem árvore, nem montanha. Apenas existia o céu e o céu era um criador modelar. Assim estive no olhar que criou a terra e a mulher. Sou o sopro de todos os sopros como todos os sopros da alma que estiveram na origem e no fim da humanidade, como um canto soprado na Via Láctea das estrelas dos infinitos com mentes de afagos. Estivemos na origem da vida. Apenas havia vida e não se ouviam os cantos de morte das serpentes que serpenteavam as nuvens das estrelas.

Quando o céu se separou da terra, ficamos vazios e negros de saudade. E ao lado da vida juntou-se a cólera e a malícia vestidas de morte. Assim, ao lado da harmonia, juntou-se o caos onde os anjos da revolta da ambição se juntaram em cobiça para agarrar a pele da génese do amor.

O amor é o hino soprado do acto criador da terra onde o céu se cola sem nada implorar. Como é intocável e indestrutível, apareceram os mundos paralelos para o dominar. Só que o amor não teme enfrentar o homem das seis cabeças. Tomado pela vontade do acto criador, por se dar em inocência e desprendimento, o amor procriou a existência. Foi assim que antes de o ser já o era. É por isso que a existência é o filho muito amado do amor concebida na liberdade do fogo, do vento, do sol, da lua, da aurora e de todas as luzes que brilhavam antes de tudo.

O amor tem a idade do espírito do céu e da terra e tem a juventude da criança dada à luz na rebentação das águas lácteas da fertilidade. É a maternidade esculpida em canto de doação estremunhada e sonhada antes de todos os sonhos que se dão apenas por se dar de solidariedade. Voa como um pássaro na aurora sagrada onde os pensamentos se cruzam com o arco- íris dos sonhos sagrados, livres de voar. O amor não tem conversão porque nasceu puro e imaculado como um cordeiro manso escondido na lã da sua alma. Faz parte da eternidade porque a criação não tem princípio nem fim. E não se desfaz em sacrifícios. O amor dá-se e renova-se de infinda reprodução e quando se entrega transforma-se num acto permanente de criação, a existência de todas as existências à conquista da perfeição.

Um dia, os anjos revoltados, aqueles que rejeitaram o amor e o quiseram dominar para o tornar escravo, subiram ao céu a carpir maldições com maçãs azedas coladas nos olhos. A partir de então, o amor ficou entregue a si próprio, sujeito a todos os desamores. Mas o amor não precisa dos deuses nem nada receia. Porque o amor, acto de criação da vida no princípio de tudo, basta-se a si próprio.

O amor chama com as vozes da sua canção mágica, mesmo que as suas notas sejam as mais simples e primárias; sobretudo quando as notas são simples, pois o amor tem a simplicidade do sol e a nudez pura e branca do brilho solto da lua com beiços de aurora. Invoca-se no espírito e vem depressa, mesmo quando longe não vem vestido de mulher. É que o espírito do amor é uma chama que se levanta onde existe um sonho a crescer com os olhos de criança. Invoca-se, levanta-se e vem no canto das noites claras a arder de desejos para acender fogueiras de madrugadas. E nesta invocação ilumina-se em sol de céu azul em nuvens brancas de dourar abrigos. E não tem cantos de guerra porque o amor tem poemas de pássaros de espírito grande que faz correr os rios do coração até aos mares onde desaguam todos os sonhos. No seu canto enrola-se a fitas vermelhas de milhos, coloridos de incenso e vestidos de espigas, onde os mistérios ardem, se desvendam e não se queimam.

Antes de tudo, ainda o mundo não existia, já o amor fumegava no espírito envolto em lírios e esmeraldas. Deles tem o sopro do seu nascimento onde a perfeição chegou ao coração com a grandeza da luz do dia e uma canção a soletrar de vida. E assim num adeus se fez a ao caminho com a instrução” tu és amor e só em amor podes crescer”, a única instrução digna do deus dos deuses. Fez-se então à vida dos que não vão em vão com os cântaros nos olhos de águas floridas em asas de sonho. E ouve a canção do vento em planícies onde o vento se detém a descansar com o sopro para o céu a atirar algodões de esperança às nuvens suspensas de si. Longe é a vida do amor porque tem os olhos de sol rasgado em canções de rios cristalinos.

O amor caminha em qualquer hora e lugar. Porque o amor não tem noite nem dia; não tem luz nem dia nem espaço. O amor é a luz e antes dele nada existia e sem ele nada existe. E só por causa dele tudo existe. Caminha a qualquer hora sem cessar. Em noites de escuridão iluminada por solidão alumia a lua grande e grossa que está lá longe, suspensa no céu entre as lágrimas das estrelas e as saudades dos sonhos perdidos. Esta lua não existe; ela é apenas o mito do reflexo do amor de tempos a tempos reflectido na terra quando os sonhos estremecem de comoção. E por debaixo dela os rios passam com batidas de chuva solta de saudade. Como a flor do feijoeiro, branca e densa, o amor é uma estrela a enrolar-se para o céu a emprestar-lhe o brilho. E assim dança a canção das searas das onduladas em mares feitos de ondas de vento a embalar sonhos de eterna juventude.

Por onde passa, o amor canta ao fogo, à terra, à água e aos gansos selvagens a canção branca e serena do sono da floração da Primavera. Quando as luzes das casas cintilam com emoções de ternura, o amor ergue-se do chão, brilha nas alturas e flutua entre as janelas da noite em permanente reflexão. E assim tece o luar de chuvas cheias de emoções para regar corações a murchar de saudade. Nas manhãs das auroras acordadas, levanta-se para saudar o dia e despedir-se da noite. Não há escuridão que o agarre nem céu azul que o envolva a mirar estrelas. É que o amor não pára e vai alto, muito alto, até encontrar as estradas floridas que dão acesso ao último verso, o verso onde se resumem todos os versos.

Como o espírito que em qualquer hora entra pelo coração dentro, o amor carrega a voz que embeleza a terra em chão de flor onde se dança a canção das estrelas da eternidade. Canção onde Deus me deu a ideia; onde o meu pai me deu a concepção; onde a minha mãe me fez crescer o ser no ser; onde as estradas da vida caminham em direcção à eternidade a rasgar nuvens de tempestades de sonhos. Neste caminho encontra princesas e irmãos com faíscas de raios de brilhos e olhos com geadas e neves de comoção de inocência. E dá-se como irmão concebido pelo mesmo Deus, um sopro suspirado de êxtase. Imita os pássaros na liberdade e elogia o coração pintado no brilho da sua cor; uma flor perfumada, polida com ternura e asa de sonhos livres. Assim o amor nasce do sonho a caminho do sonho da eternidade onde só desabrocham flores diante do sol suspenso na tocha dos deuses sem cavalos de ira.

Os conquistadores do ouro querem conquistar o amor como ferreiros retumbantes a ranger a bigorna de aço com a lima das suas cobiças. Mas o amor não se compra, não se vende e muito menos se conquista. O amor dá-se por se dar, apenas por se dar, e só por se dar se basta. O amor recebe e dá-se como as flores se dão ao vento em dias de excitação serena; com os sopros nos olhos e a brancura no coração. O amor comprado é apenas uma ilusão, a sombra escorregadia da negação. É um mero instante perdido e gasto no prazer sem a vibração da alma. E por isso se esgota. E por isso se perde como um tigre que ataca por atacar. E por isso se morre num tempo sem tempo.

Como jovem cavaleiro branco, voa no canto dos sonhos alternados à procura da dama de todas as damas. Porque não é defeito amar demais e o amor não se pode deixar para depois porque está antes de tudo. Tem o jeito de cavalgar a mansidão dos cavalos alados para encontrar os mares das nuvens adornadas de sonhos. Assim, como cavaleiro branco, o amor é um eterno amante deitado à cabeceira dos sonhos; porque o amor não tem idade; porque o amor não tem princípio nem fim. Assim andará à volta do coração a arrancar flores para fazer colares nos olhos. E apresentar-se-á ao sol como uma criança que acorda com o orvalho das ilusões da manhã da juventude. Sem fórmulas, respira a emoção de sentir o sopro sagrado da vida para infundir a força na vontade da alma. Sem a vertigem das taças douradas dos instantes bebidos, com a sua força de existir domina os redemoinhos que tentam sugar a vida para os buracos negros das coisas perenes e finitas.

O amor é o advento da nova terra. A promessa das promessas que se cumpre quando se aproxima do espirito da perfeição, do sopro desprendido e imaculado de cobrir a terra com um suspiro de ternura. É a redenção anunciada da humanidade concebida no amor e por amor, no gesto precoce e sonhado antes de tudo existir. É o filho do Deus prometido, um filho que é cada um de nós derramado em vida.

O amor está antes da natureza das coisas, como uma onda enrolada em bola de espuma revelada no fio dos olhos iluminados por dentro. É um conhecimento antes de qualquer conhecimento conhecedor que está anda por conhecer. Na sua descoberta, ganha-se a clarividência que brota do saber. Mas não há conhecimento que valha uma perda de inocência. E a inocência é o caudal cristalino do amor que desnuda em transparência por apenas querer ser. No amor não há frutos proibidos porque o amor na sua natureza é uma fonte de conhecimento inocente que se cuida para voltar a rebentar numa explosão de vida. Não se colhe porque o amor é um fruto maduro de puro sabor que se dá e sabe receber. Só no amor se encontram as palavras belas e jamais inventadas, as palavras certas para registar no papel da impressão dos versos. Palavras que não sendo ditas são vividas até ao limite da entrega e da doação. São as palavras onde cada letra é uma pétala de comoção desfolhada e vivida, como se fosse um êxtase a brilhar em noite rainha de todas as rainhas.

Não há poetas do amor. É que o amor é de todos os poetas. E poetas são todos os que têm o brilho do amor na alma. Há muitos versos que falam de amor. Mas nenhum é o amor. E cada um é um raio de amor. É verdade que o amor viaja por muitos versos. Mas o verso do amor é o último verso; aquele que resume a vida repousada no amor dos corações abertos. O amor é igual em todo o lado: em Atenas ou em Roma; na Índia ou na China; no Oriente ou no Ocidente. O amor apenas tem uma face porque o amor é como o sol tão global e livre, tão igual de ser, tão acima de tudo que nem aos deuses pertence. É que o amor é um deus feito em nós com a respiração no coração e os olhos a brilhar na alma.

Nos versos do futuro só enxergo poemas de amor. Não admira. É que o amor é a essência. E a essência não se cansa de ser. Na busca do amor conquista-se o futuro a caminho da eternidade.

Eu sou o sopro do vento que fala da filosofia do amor. Que não se cansa de falar de amor. Mas quando falo do amor não sei se digo ou se sinto. Porque eu falo do amor sem saber falar. Conheço-o sem o conhecer. Nem encontro as palavras belas e lapidadas para falar do amor. Sei apenas que falo do que não sei. Mas falo do que sinto. E sentir é saber.

O amor é uma eterna busca, um sonho por sonhar que se procura e se cumpre sonhando de olhos abertos. Filosofia do amor? O amor não tem filosofia. O amor nasceu antes de tudo, por causa de tudo e não tem princípio nem fim. O amor não tem palavras que caibam nas palavras que podem ser ditas. Tem apenas o sopro da vida

Falar de amor? Não sei, ninguém sabe. O amor não fala, apenas vive."

José Ribeiro


Quero agradecer ao poeta José Ribeiro Zito(LISBOA), pela iniciativa de me enviar esse maravilhoso texto e desejar de todo o meu coração que, a sua inspiração permaneça ao teu lado, sempre!
Fico lisonjeada com tal amizade.
com admiração
Cármen Neves

Abraça-me forte!

Não diga nada...
Abraça-me forte, como se fosse o último abraço.
Mais antes leia meus olhos.
Só então, beija a minha boca docemente,
Embalada pelo canto das sereias e
pelo balanço do mar!

Cármen Neves.

terça-feira, 22 de janeiro de 2008

O que eu quero!

Vestida ou despida,

Não importa.

O que eu quero é

Estar em teus braços.

segunda-feira, 21 de janeiro de 2008

Basta olhar em meus olhos.

Estou sem voz...

Mas os meus olhos

Transmitem tudo o que eu quero dizer.

quinta-feira, 17 de janeiro de 2008

"Sexo e Amor".

Roberto Passos do Amaral Pereira, é um dos melhores poetas que conheço( ainda não editou nenhum livro, infelizmente). Mas terá alguns de seus poemas publicados no meu livro, Castelo dos Desejos( para sorte dos meus leitores e minha é claro!).

Eis o que ele fala sobre sexo e amor:



"Sexo e Amor
Sexo por sexo nunca fez muito sucesso comigo.

Eu gosto do cheiro de pele, da troca de olhares, das descobertas das sutilezas dos toques, da linguagem não verbal dos corpos, e de toda sorte de carinho.

Penso que fazer amor é melhor do que fazer sexo.
Fazer amor é também fazer sexo, mas com importantes diferenças : Se conta estrelas, fala- se besteiras, compartilha- se o mar e a lua, os problemas da amada passam a ser os seus, e a lágrimas e os risos , possuem outros coloridos.

Não existe nada mais delicioso do que o ritual, o sagrado, o profano,os enganos de um amor bem feito, onde os defeitos ficam pequenos, o sereno da noite molha os cabelos, os medos ficam distantes,e a infância mais perto, pois se volta a sonhar feito criança.

A vida corre como um rio sem pressa; a conversa vira seresta, água vira vinho tinto, e vinho um hino de amor, qualquer flor é rosa, e sexo uma prosa e poesia de amor."


Roberto Passos do Amaral Pereira
Publicado no Recanto das Letras em 16/03/2007

Meu pensamento em ti!

Clamo e

Nada posso fazer...

Penso, espero... e ansiosa,

Navego entre estrelas brilhantes,

Piso em nuvens brancas,

Colho flores no jardim da alma...

Pouso meu pensamento em ti!

quarta-feira, 16 de janeiro de 2008

Sol, Mar e Lua.

S ozinha, nunca estarei...

O ntem, uma energia apaziguadora

L evou toda a tristeza que me


M antinha aprisionada.

A manhã, eu não sei e ninguém sabe qual o

R umo de nossas vidas.Mas tenhas a certeza de que


L evarei comigo por toda a eternidade

U nida a minha

A lma: o sol, o mar, a lua, as estrelas e a felicidade!

Cármen Neves 16.03.06

terça-feira, 15 de janeiro de 2008

A cada anoitecer!

Deixa-me viver assim...
Como se fosse te encontrar amanhã,
ou simplesmente,
a cada anoitecer!

Cármen Neves. 21.01.07